Depois de meses a fio (desculpem-me, não resisti ao trocadilho), decidimos escolher as primeiras pautas da nossa Sete Fios. O que escrever? De que maneira? Quem entrevistar? Como dividir os repórteres em cada pauta? Faremos uma reunião? Quando? Quem cuida do Twitter da revista? Do facebook? Do orkut? Do blog? ... respira e continua... Dos emails? Da comunicação? Da divulgação? Ai, alguém nos acuda, por favor...
Pois bem, não é a coisa mais fácil do mundo decidir temas bacanas para sair nas primeiras postagens da revista. Foram, no mínimo, 15 reuniões presenciais, 20 online e quilos e quilos de dúvidas paradas como nuvens em cima de nossas cabeças. Até que fechamos todas as pautas de estreia da revista e a torcida foi ao delírio depois de tantas conversas e divagações e ideias que pipocavam em nossas cabeças.
Então ficou assim: Carla e eu na edição do vídeo do palhaço Marcos Casuo (foi difícil, minha gente! Tínhamos mais de 3 horas de gravação para transformá-las em um vídeo com menos de 10 minutos); Eliseu e Stephany entrevistariam o ator Dan Stulbach, com a colaboração sempre providencial de Gustavo Pizzo; Tainara e Mariane fariam a reportagem com o estilista Tony Jr.. Mas cadê o sétimo fio? Será que brigaram? Houve um rompimento tão cedo? Viraram seis fios antes da revista ser lançada? Bom, desculpem o desapontamento, mas não aconteceu nada do tipo. O Raphael desenvolveria uma reportagem que logo sairá do forno.
Dúvidas em relação a pautas e à distribuição de cargos à parte, a Sete Fios saiu, foi publicada e caiu (ou não) nas graças do povo. Curiosidades, piadinhas e bastidores das reportagens ficarão para outra hora – ou posts.
Ana Carolina Athanásio
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
O que faz cada um de nós um fio?
Não, não é um segundo texto de apresentação dos membros da revista ou da própria. É a tentativa de contar um pouco mais do que é produzir essa revista, do que é fazer parte dessa equipe de sete estudantes de jornalismo que simplesmente bolam um projeto de um veículo informativo na internet.
Para ser um fio, antes de mais nada, você precisa ser um pouco viciado em prazos. Sim, todos os sete são loucos por uma data em que olhamos e falamos: até aqui preciso fazer tal coisa. Da agenda personalizada da Stephany, à memória-calendário do Eliseu (tente perguntar a ele qualquer dia da nossa programação...). Do declarado vício por datas da Carla à pressão que sinto (e quem não sente?) quando um prazo se aproxima e faz com que as tarefas sejam executadas. Enfim, todos nós temos certa fixação com datas, prazos e temos um calendário pendurado nos espelhos dos nossos banheiros, no armário da faculdade, no guarda-roupa...
Depois, para ser um fio, precisamos ser desapegados às nossas produções. Claro que o ego de cada um de ter uma matéria publicada ou uma entrevista marcada, tem, sim, o seu espaço, mas nunca fica mais evidente que a nossa vontade (como um grupo) de ajudar a contar uma boa história, mesmo que com o nome de outro fio.
Para ser um fio é preciso, também, não ter medo de desafios. Parece um clichê enorme, mas não tem como ser diferente. Em nossa primeira edição já colocamos no ar uma entrevista com um ator renomado e um perfil com um estilista prestigiado no mundo da moda, além de mostrarmos um palhaço além de sua maquiagem e seu nariz vermelho. São desafios que enfrentamos desde a elaboração da pauta, passando por contatos com assessores ou empresários não muito organizados, e transformamos em histórias para nossos leitores.
O que mais é ser um fio? Cada um de nós tem uma resposta. Mas ela com certeza ganhará novos significados, novas considerações, com as produções que faremos. Com elas, descobriremos mais o que é fazer parte dessa revista. E, claro, trabalharemos sempre com o nosso calendário do lado, em um grupo, e tentando vencer desafios impostos pela pauta e sua execução.
Raphael Florencio
Para ser um fio, antes de mais nada, você precisa ser um pouco viciado em prazos. Sim, todos os sete são loucos por uma data em que olhamos e falamos: até aqui preciso fazer tal coisa. Da agenda personalizada da Stephany, à memória-calendário do Eliseu (tente perguntar a ele qualquer dia da nossa programação...). Do declarado vício por datas da Carla à pressão que sinto (e quem não sente?) quando um prazo se aproxima e faz com que as tarefas sejam executadas. Enfim, todos nós temos certa fixação com datas, prazos e temos um calendário pendurado nos espelhos dos nossos banheiros, no armário da faculdade, no guarda-roupa...
Depois, para ser um fio, precisamos ser desapegados às nossas produções. Claro que o ego de cada um de ter uma matéria publicada ou uma entrevista marcada, tem, sim, o seu espaço, mas nunca fica mais evidente que a nossa vontade (como um grupo) de ajudar a contar uma boa história, mesmo que com o nome de outro fio.
Para ser um fio é preciso, também, não ter medo de desafios. Parece um clichê enorme, mas não tem como ser diferente. Em nossa primeira edição já colocamos no ar uma entrevista com um ator renomado e um perfil com um estilista prestigiado no mundo da moda, além de mostrarmos um palhaço além de sua maquiagem e seu nariz vermelho. São desafios que enfrentamos desde a elaboração da pauta, passando por contatos com assessores ou empresários não muito organizados, e transformamos em histórias para nossos leitores.
O que mais é ser um fio? Cada um de nós tem uma resposta. Mas ela com certeza ganhará novos significados, novas considerações, com as produções que faremos. Com elas, descobriremos mais o que é fazer parte dessa revista. E, claro, trabalharemos sempre com o nosso calendário do lado, em um grupo, e tentando vencer desafios impostos pela pauta e sua execução.
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sábado, 21 de novembro de 2009
Nomes
É difícil colocar uma revista online no ar.
O primeiro desafio – e o mais importante de todos, creio – foi o de todos os sete aceitarem e assimilarem que a ideia surgida numa conversa durante uma aula de radiojornalismo em plena segundona ia mesmo para frente, que não seria só uma brincadeira e que iria durar mais que nosso período de faculdade.
Grandes sonhos, grandes trabalheiras (eu, poeta).
Aí vinha o nome. As possibilidades:
POÁ – o Eliseu tentou disfarçar falando que tinha sugerido esse nome só porque era sonoro e não porque ele mora lá. Aham, sei. Mas a Ana foi categórica: “Ah não! Lembra barulho de pipoca estourando. Poá, poá, poá...” [mãos imitando estouros].
PONTO FINAL – muito impositivo.
SETE BOTÕES – muito pop arte.
LADO A LADO – muito banal.
NEO – muito Matrix.
EM FOCO – muito hard news.
DOIS PONTOS – tcharam! Esse era o nome perfeito: lembrava diálogo, comunicação, entrevistas, pluralidade. Fizemos logo, missão, organização da marca, planejamento editorial, material publicitário, trocadilhos! Mas... já tinha o registro desse nome, o domínio não ia rolar, poderíamos ser presos, blá blá blá.
Eis que surgiu SETE FIOS [música de triunfo]!
O nome é fruto de mil elucubrações filosóficas-teóricas-profundas sobre as relações entre fio, tecido, trama, texto... E também é resultado do fato de podermos reaproveitar alguns conceitos pensados para o antigo nome, das mil possibilidades de design e de brincadeiras com nome e, logicamente, do número cabalístico de integrantes da equipe.
Nós gostamos. Já ouvimos que parece nome de tecelagem ou de terreiro de candomblé (“Ô fio, traz o dendê pra mainha”). Mas tudo bem, assim fica mais divertido!
Sobre os trocadilhos... O Eliseu continua a não dar ponto sem nó. E eu, metida, passei de ponto da amizade para fio da amizade.
Depois conto mais sobre os quase três meses de preparação da revista.
Carla
O primeiro desafio – e o mais importante de todos, creio – foi o de todos os sete aceitarem e assimilarem que a ideia surgida numa conversa durante uma aula de radiojornalismo em plena segundona ia mesmo para frente, que não seria só uma brincadeira e que iria durar mais que nosso período de faculdade.
Grandes sonhos, grandes trabalheiras (eu, poeta).
Aí vinha o nome. As possibilidades:
POÁ – o Eliseu tentou disfarçar falando que tinha sugerido esse nome só porque era sonoro e não porque ele mora lá. Aham, sei. Mas a Ana foi categórica: “Ah não! Lembra barulho de pipoca estourando. Poá, poá, poá...” [mãos imitando estouros].
PONTO FINAL – muito impositivo.
SETE BOTÕES – muito pop arte.
LADO A LADO – muito banal.
NEO – muito Matrix.
EM FOCO – muito hard news.
DOIS PONTOS – tcharam! Esse era o nome perfeito: lembrava diálogo, comunicação, entrevistas, pluralidade. Fizemos logo, missão, organização da marca, planejamento editorial, material publicitário, trocadilhos! Mas... já tinha o registro desse nome, o domínio não ia rolar, poderíamos ser presos, blá blá blá.
Eis que surgiu SETE FIOS [música de triunfo]!
O nome é fruto de mil elucubrações filosóficas-teóricas-profundas sobre as relações entre fio, tecido, trama, texto... E também é resultado do fato de podermos reaproveitar alguns conceitos pensados para o antigo nome, das mil possibilidades de design e de brincadeiras com nome e, logicamente, do número cabalístico de integrantes da equipe.
Nós gostamos. Já ouvimos que parece nome de tecelagem ou de terreiro de candomblé (“Ô fio, traz o dendê pra mainha”). Mas tudo bem, assim fica mais divertido!
Sobre os trocadilhos... O Eliseu continua a não dar ponto sem nó. E eu, metida, passei de ponto da amizade para fio da amizade.
Depois conto mais sobre os quase três meses de preparação da revista.
Carla
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Olá, bem-vindo
Este será o blog da equipe sete fios, onde postaremos os bastidores do site e de suas matérias. Será este o espaço que nos liga diretamente a você, nosso leitor. Em breve postaremos novidades. Enquanto isso, aproveite o site... Ainda tá com aquele cheirinho de coisa nova.
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